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InstitutoNuno CortezDesenvolvimento do potencial humano
Nuno Cortez

Código Vital® Corporate › Formações › Champions para a mudança

Formação para organizações · Tópicos adaptáveis aos objetivos

Dê à mudança aliados de confiança em cada equipa.

Prepare champions e key users para escutar receios, apoiar colegas e levar à liderança o que está a travar a adoção. Os tópicos propostos permitem trabalhar um papel claro, treinar conversas e combinar como dar retorno, com aplicação à IA ou a novos sistemas.

Conversa de 30 minutos · Online · Sem custo

Exemplos de instrumentos a trabalhar

Instrumentos para o papel de champion.

  • Carta do papel de champion, validada com a chefia.
  • Guião de conversas de apoio a colegas.
  • Formato de retorno à liderança, com periodicidade acordada.

Na variante IA, acresce o registo dos conteúdos de literacia em IA, com conteúdos, data e participantes, para o dossiê de evidência da empresa. Na variante sistemas, acresce o plano do champion por fase do projeto.

Quando faz sentido

Quando a empresa precisa de aliados dentro das equipas.

  • A adoção é desigual entre equipas e a liderança não chega a todas.
  • As pessoas não perguntam por medo de parecer desatualizadas.
  • Os key users do projeto de sistema acumulam testes, formação a colegas e o trabalho normal, e começam a ceder.
  • A liderança não tem leitura do que trava a mudança no terreno.
  • A empresa nomeou champions e ninguém lhes disse o que o papel inclui.
Para quem

Champions, key users e pontos focais da mudança.

Colaboradores designados como AI Champions, agentes de mudança, key users ou pontos focais de um rollout, e quem coordena essa rede. Não é preciso ser chefia. É preciso ter a confiança dos colegas e tempo protegido para o papel. Recomenda-se que a chefia direta de cada champion participe na formação de liderança ou na sessão de arranque.

Competências a desenvolver

O que os champions podem trabalhar.

Escutar

  • Escutar receios de colegas e responder com escuta e informação, sem desvalorizar.
  • Cuidar da própria carga e pedir ajuda quando o papel pesa.

Apoiar

  • Descrever o que o papel inclui e o que não inclui, e como se articula com a chefia e com a equipa de projeto ou tecnológica.
  • Influenciar pelo exemplo e facilitar momentos curtos de partilha e experimentação.
  • Na variante IA: usar a ferramenta com critério e explicar aos colegas as regras de revisão e de informação.
  • Na variante sistemas: apoiar colegas do desenho ao arranque e ao início da utilização.

Dar retorno

  • Dar retorno à liderança sobre o que trava a mudança, sem expor pessoas.
Tópicos propostos

O papel do champion, as conversas e a aplicação à mudança.

Estes tópicos são propostas de trabalho adaptáveis aos objetivos da organização. Os conteúdos, a profundidade, os exercícios e os instrumentos a desenvolver são ajustados ao contexto e às pessoas envolvidas.

Tema · O papel

O que se espera de um champion e onde começa e acaba a sua responsabilidade. Articulação com a chefia, com a equipa de projeto ou tecnológica e com os Recursos Humanos. O Retrato Vital do champion: como reage quando um colega recusa, quando lhe pedem o que não sabe e quando a carga aperta. Cuidar da própria carga.

Exercício: escrever a carta do papel e apresentá-la à chefia.

Tema · Escutar, influenciar, dar retorno

Reconhecer medo, desconfiança e cansaço nos colegas. Abrir a conversa a sós com quem se fechou na reunião. Influenciar sem pressão: mostrar pelo exemplo e propor uma primeira experiência pequena e segura. Facilitar momentos de partilha com a equipa. Observar o que trava a mudança e levá-lo à liderança sem nomear pessoas.

Exercício: treinar a conversa com um colega que diz «isto não é para mim»; preparar o primeiro retorno à liderança.

Tema · Variante

Em fusões, reorganizações e saúde organizacional, a aplicação dos temas é acordada na proposta a partir da situação da organização.

Variante IA · Uso responsável e literacia em IA. O que a IA generativa faz e não faz. Pedidos claros à ferramenta: objetivo, contexto e critério de qualidade. Revisão humana: o que se verifica, por quem e como se sinaliza. Informação que pode e não pode ser usada. Erros típicos e como falar deles sem culpar. Como explicar estas regras a um colega de forma clara e breve. Estes conteúdos e a participação são registados, para servir de evidência da literacia em IA que o art. 4.º do AI Act pede.
Variante sistemas · O champion do desenho ao arranque. O papel do key user em cada fase do projeto: desenho, testes, formação a colegas, arranque e início da utilização. Apoiar sem fazer pelos outros. Tratar exceções reais pela via formal e sinalizar o que não encaixa. Distinguir dúvida de resistência. Combinar com a chefia o tempo protegido para o papel.
Conversar sobre estes tópicos
Como se trabalha

Situações reais das equipas e pequenas ações para aplicar.

Cada sessão parte de situações que os champions estão a viver. Trabalha-se em pares e em pequenos grupos, com treino de conversas e construção dos entregáveis. Os temas incluem pequenas ações para fazer com a sua equipa. A aplicação é revista em grupo.

A rede é formada em conjunto, o que cria entre os champions o apoio mútuo de que vão precisar.

Condições

Formato, adaptação, certificado e investimento.

Formato e duraçãoPresencial, online ou híbrido: o formato e a duração são sempre definidos em função dos objetivos da organização.
Âmbito e adaptaçãoOs tópicos apresentados são propostas adaptáveis. Os conteúdos são selecionados em função dos objetivos e do contexto da organização e definidos na proposta, em articulação com o projeto.
ParticipantesO número e a composição dos participantes são definidos conforme os objetivos e o contexto da organização.
RequisitosTer sido designado para o papel e ter tempo protegido acordado com a chefia. Nenhum conhecimento técnico prévio além do que a empresa já deu.
Nuno Cortez
FormadorNuno Cortez. Em percursos com vários grupos, Masters da equipa de consultores podem coformar os temas, com indicação na proposta.
Exemplos de materiaisManual do participante, guiões e modelos dos entregáveis.
AvaliaçãoParticipação nas atividades acordadas, entregáveis produzidos e autoavaliação final.
CertificadoCertificado de formação profissional registado no SIGO para quem cumpra as condições de participação e avaliação acordadas para a formação.
Investimento sob consultaProposta em função dos objetivos, âmbito, formato e participantes acordados.
Organizações sobre a formação com Nuno Cortez
«A avaliação da formação foi muito positiva, entre as melhores do ano. Já foi possível observar mudanças muito positivas no imediato.»Lúcia Marisa Pereira · Human Resources Generalist · BorgWarner
Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

Os champions aprendem a usar as ferramentas nesta formação?

Na variante IA, aprendem a usar a IA generativa com critério e a explicar as regras aos colegas. A formação técnica aprofundada de cada ferramenta ou do sistema fica com a equipa tecnológica ou com o integrador.

Quantos champions deve uma empresa ter?

Como ponto de partida, pode considerar um champion por equipa ou por cerca de 10 a 15 pessoas. É uma referência orientadora, a ajustar ao contexto, à cobertura da mudança e ao tempo disponível. A conversa inicial ajuda a perceber onde são mais precisos.

Os champions precisam de ser bons na ferramenta?

Precisam de ter a confiança dos colegas. A competência técnica ajuda, mas o papel é humano: escutar, influenciar e dar retorno.

A chefia dos champions participa?

Recomendamos que participe na formação de liderança ou, pelo menos, na sessão em que os champions apresentam a carta do papel. Sem a chefia, o tempo protegido desaparece.

Código Vital® Corporate · People Ready

Quem puxa pela mudança dentro de cada equipa?

Conte-nos a situação da organização e o que gostaria de trabalhar com a sua equipa. Marque uma conversa para esclarecer o enquadramento da formação.

Champions para a mudança · Código Vital® Corporate

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