
Código Vital® Corporate › Formações › Champions para a mudança
Formação para organizações · Tópicos adaptáveis aos objetivosDê à mudança aliados de confiança em cada equipa.
Prepare champions e key users para escutar receios, apoiar colegas e levar à liderança o que está a travar a adoção. Os tópicos propostos permitem trabalhar um papel claro, treinar conversas e combinar como dar retorno, com aplicação à IA ou a novos sistemas.
Conversa de 30 minutos · Online · Sem custo
Instrumentos para o papel de champion.
- Carta do papel de champion, validada com a chefia.
- Guião de conversas de apoio a colegas.
- Formato de retorno à liderança, com periodicidade acordada.
Na variante IA, acresce o registo dos conteúdos de literacia em IA, com conteúdos, data e participantes, para o dossiê de evidência da empresa. Na variante sistemas, acresce o plano do champion por fase do projeto.
Quando a empresa precisa de aliados dentro das equipas.
- A adoção é desigual entre equipas e a liderança não chega a todas.
- As pessoas não perguntam por medo de parecer desatualizadas.
- Os key users do projeto de sistema acumulam testes, formação a colegas e o trabalho normal, e começam a ceder.
- A liderança não tem leitura do que trava a mudança no terreno.
- A empresa nomeou champions e ninguém lhes disse o que o papel inclui.
Champions, key users e pontos focais da mudança.
Colaboradores designados como AI Champions, agentes de mudança, key users ou pontos focais de um rollout, e quem coordena essa rede. Não é preciso ser chefia. É preciso ter a confiança dos colegas e tempo protegido para o papel. Recomenda-se que a chefia direta de cada champion participe na formação de liderança ou na sessão de arranque.
O que os champions podem trabalhar.
Escutar
- Escutar receios de colegas e responder com escuta e informação, sem desvalorizar.
- Cuidar da própria carga e pedir ajuda quando o papel pesa.
Apoiar
- Descrever o que o papel inclui e o que não inclui, e como se articula com a chefia e com a equipa de projeto ou tecnológica.
- Influenciar pelo exemplo e facilitar momentos curtos de partilha e experimentação.
- Na variante IA: usar a ferramenta com critério e explicar aos colegas as regras de revisão e de informação.
- Na variante sistemas: apoiar colegas do desenho ao arranque e ao início da utilização.
Dar retorno
- Dar retorno à liderança sobre o que trava a mudança, sem expor pessoas.
O papel do champion, as conversas e a aplicação à mudança.
Estes tópicos são propostas de trabalho adaptáveis aos objetivos da organização. Os conteúdos, a profundidade, os exercícios e os instrumentos a desenvolver são ajustados ao contexto e às pessoas envolvidas.
Tema · O papel
O que se espera de um champion e onde começa e acaba a sua responsabilidade. Articulação com a chefia, com a equipa de projeto ou tecnológica e com os Recursos Humanos. O Retrato Vital do champion: como reage quando um colega recusa, quando lhe pedem o que não sabe e quando a carga aperta. Cuidar da própria carga.
Exercício: escrever a carta do papel e apresentá-la à chefia.Tema · Escutar, influenciar, dar retorno
Reconhecer medo, desconfiança e cansaço nos colegas. Abrir a conversa a sós com quem se fechou na reunião. Influenciar sem pressão: mostrar pelo exemplo e propor uma primeira experiência pequena e segura. Facilitar momentos de partilha com a equipa. Observar o que trava a mudança e levá-lo à liderança sem nomear pessoas.
Exercício: treinar a conversa com um colega que diz «isto não é para mim»; preparar o primeiro retorno à liderança.Tema · Variante
Em fusões, reorganizações e saúde organizacional, a aplicação dos temas é acordada na proposta a partir da situação da organização.
Situações reais das equipas e pequenas ações para aplicar.
Cada sessão parte de situações que os champions estão a viver. Trabalha-se em pares e em pequenos grupos, com treino de conversas e construção dos entregáveis. Os temas incluem pequenas ações para fazer com a sua equipa. A aplicação é revista em grupo.
A rede é formada em conjunto, o que cria entre os champions o apoio mútuo de que vão precisar.
Formato, adaptação, certificado e investimento.

«A avaliação da formação foi muito positiva, entre as melhores do ano. Já foi possível observar mudanças muito positivas no imediato.»Lúcia Marisa Pereira · Human Resources Generalist · BorgWarner
Perguntas frequentes
Os champions aprendem a usar as ferramentas nesta formação?
Na variante IA, aprendem a usar a IA generativa com critério e a explicar as regras aos colegas. A formação técnica aprofundada de cada ferramenta ou do sistema fica com a equipa tecnológica ou com o integrador.
Quantos champions deve uma empresa ter?
Como ponto de partida, pode considerar um champion por equipa ou por cerca de 10 a 15 pessoas. É uma referência orientadora, a ajustar ao contexto, à cobertura da mudança e ao tempo disponível. A conversa inicial ajuda a perceber onde são mais precisos.
Os champions precisam de ser bons na ferramenta?
Precisam de ter a confiança dos colegas. A competência técnica ajuda, mas o papel é humano: escutar, influenciar e dar retorno.
A chefia dos champions participa?
Recomendamos que participe na formação de liderança ou, pelo menos, na sessão em que os champions apresentam a carta do papel. Sem a chefia, o tempo protegido desaparece.
Quem puxa pela mudança dentro de cada equipa?
Conte-nos a situação da organização e o que gostaria de trabalhar com a sua equipa. Marque uma conversa para esclarecer o enquadramento da formação.
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