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Formação para organizações · Tópicos adaptáveis aos objetivosConstrua uma forma de trabalhar que cuide da equipa.
Dê a equipas e chefias linguagem para reconhecer o desgaste e conversar sobre carga, disponibilidade e reconhecimento. Os tópicos propostos permitem treinar recursos para o dia a dia e trabalhar acordos de equipa com indicadores e revisão.
Conversa de 30 minutos · Online · Sem custo
Leitura da situação, acordos e planos.
- Mapa formativo das condições de trabalho e dos sinais de desgaste, sem identificar pessoas, para apoiar a discussão de prioridades com a direção e os serviços de segurança e saúde no trabalho.
- Acordo de equipa sobre carga, disponibilidade, pausas e reconhecimento, com três indicadores.
- Plano pessoal de equilíbrio de cada participante, que fica com a pessoa.
- Recomendações para a direção sobre organização do trabalho.
Quando o plano de bem-estar existe e o dia a dia não muda.
- O absentismo e as baixas curtas sobem numa área e ninguém fala da causa.
- Pessoas competentes começam a entregar menos e a afastar-se.
- As chefias sentem o desgaste e não têm com quem o partilhar.
- A carga aumentou com a mudança e as prioridades não foram revistas.
- Na sua organização, a avaliação de riscos ainda não aprofunda a forma como o trabalho se organiza.
- A empresa quer tratar a felicidade no trabalho como tema de gestão e não sabe por onde começar.
Equipas e chefias, juntas quando possível.
Equipas de qualquer nível hierárquico, com a chefia presente, porque a carga, a disponibilidade e o reconhecimento decidem-se entre chefia e equipa. Quando a tensão com a chefia é o problema, a conversa inicial permite avaliar a necessidade de grupos separados numa primeira fase. Também se aplica a grupos de chefias em desgaste. Não é apoio de saúde individual.
O que a equipa pode trabalhar.
Carga
- Reconhecer sinais de desgaste em si e nos colegas, sem os transformar em avaliação da pessoa.
- Distinguir carga saudável de carga tóxica e falar dela em linguagem de gestão.
- Ler os fatores de risco psicossocial da equipa: carga, autonomia, apoio, reconhecimento, clareza de papel, relações.
Recursos
- Regular a resposta ao stress durante o dia de trabalho, com práticas curtas.
- Definir limites e pedidos de forma assertiva.
- Saber quando e como encaminhar para apoio de saúde.
Acordo
- Construir um acordo de equipa sobre carga, disponibilidade e reconhecimento, com indicadores.
Sinais de desgaste, recursos pessoais e acordos de equipa.
Estes tópicos são propostas de trabalho adaptáveis aos objetivos da organização. Os conteúdos, a profundidade, os exercícios e os instrumentos a desenvolver são ajustados ao contexto e às pessoas envolvidas.
Tema · Sinais e carga
Sinais de desgaste individuais e de equipa. Stress saudável e stress tóxico. Burnout como processo, não como evento. O custo do presentismo. Carga de trabalho: o que a produz, o que a esconde, o que a agrava numa mudança. Leitura formativa dos fatores de risco psicossocial da equipa com o Retrato Vital, a partir de exemplos do trabalho, experiências, respostas habituais, condições e relações da equipa.
Exercício: mapa de sinais e carga da equipa no contexto recente de trabalho, sem nomes.Tema · Recursos e equilíbrio
Práticas breves de regulação para usar entre reuniões. Energia e ritmo ao longo do dia. Assertividade: dizer não, pedir ajuda, negociar prazos. Limites saudáveis com colegas, chefias e clientes. Hábitos sustentáveis de sono, movimento e pausas, tratados como recursos de trabalho. O papel de cada um no bem-estar coletivo.
Exercício: plano pessoal de equilíbrio para aplicar no dia a dia, com pequenas ações.Tema · Felicidade no trabalho como tema de gestão
O que move as pessoas além do salário: sentido do trabalho, autonomia, competência, relação. Reconhecimento que a equipa sente. Acordos de equipa sobre carga, disponibilidade fora do período de trabalho, pausas e prioridades. O papel da chefia: o que pode mudar, o que tem de escalar, o que tem de encaminhar. Plano de equipa com três indicadores e calendário de revisão.
Exercício: construir o acordo de equipa e as recomendações para a direção.Linguagem de gestão, práticas curtas, acordos escritos.
Os temas partem de situações que a equipa está a viver, anonimizadas. As práticas de regulação são curtas e treinadas na sala. Trabalha-se em pares e em pequenos grupos. Os temas incluem pequenas ações para aplicar no trabalho. A aplicação é revista em grupo.
A formação é trabalho organizacional. Quando uma situação individual pede apoio de saúde, o formador encaminha para os canais da empresa ou do sistema de saúde e não a trabalha na sala.
Formato, adaptação, certificado e investimento.

«A avaliação da formação foi muito positiva, entre as melhores do ano. Já foi possível observar mudanças muito positivas no imediato.»Lúcia Marisa Pereira · Human Resources Generalist · BorgWarner
Perguntas frequentes
Isto substitui apoio psicológico ou medicina do trabalho?
Não. É formação organizacional sobre carga, sinais e acordos de equipa. A empresa mantém as suas obrigações de segurança e saúde no trabalho, e as situações individuais são encaminhadas para os canais adequados.
A leitura dos riscos psicossociais serve para a avaliação legal?
O mapa formativo apoia a discussão de prioridades e de recomendações com a direção e os serviços de segurança e saúde no trabalho. A avaliação formal continua a ser responsabilidade da empresa e desses serviços.
As pessoas vão ter de falar da sua vida pessoal?
Não. Os exercícios são sobre o trabalho e cada pessoa escolhe o que partilha. O plano pessoal de equilíbrio fica com a pessoa.
Onde se concentra o desgaste na sua equipa?
Conte-nos a situação da organização e o que gostaria de trabalhar com a sua equipa. Marque uma conversa para esclarecer o enquadramento da formação.
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